Uma CLI para agentes. Um workspace para você.
A CLI do Amot conecta agentes ao seu projeto. No app, você acompanha tudo em um workspace com editor, notes, tarefas e preview ao vivo.
CLI + app visual · Windows · macOS · Linux
CLI própria
Interface direta para agentes
PTY
Terminal de verdade, não emulado
Local
Workspace salvo no seu projeto
3 ambientes
Windows, macOS e Linux
Uma interface direta entre agentes e workspace.
A CLI é a camada principal de integração do Amot. Ela oferece a agentes e automações uma forma direta de operar o projeto que você acompanha no app.
Feita para agentes
Uma interface de linha de comando própria, em vez de depender de um protocolo ou de uma interface visual para cada ação.
O mesmo workspace
CLI e app trabalham sobre o mesmo projeto. O que o agente executa pode ser acompanhado no contexto visual do Amot.
MCP quando fizer sentido
O servidor MCP continua disponível para clientes compatíveis, como uma integração adicional, não como o centro do produto.
A CLI executa. O app deixa o trabalho visível.

01
Visões do workspace
Espalhe tudo livremente num canvas infinito com zoom e pan, ou concentre o trabalho numa view de código tradicional. Você troca quando o momento pedir, sem perder onde cada coisa estava.

02
Terminais com PTY
Cada bloco de agente é um pseudo-terminal de verdade, aberto pelo processo em Rust. Prompt interativo, cores ANSI, Ctrl-C, TUI que redesenha: o agente roda igual ao seu terminal porque é um terminal.

03
Notes como contexto
Decisões de arquitetura, convenções, o que já foi tentado. A note fica ao lado do agente e entra no contexto dele. Você escreve uma vez e para de repetir a mesma instrução em todo prompt.

04
Portal com preview ao vivo
Um navegador embutido apontado para o seu dev server. O agente edita, o Vite recarrega, o portal mostra, no mesmo canvas, ao lado do terminal que fez a mudança. Vibe coding com o resultado à vista.

05
Tarefas no canvas
O que precisa ser feito fica onde vai ser feito, ao lado do agente responsável. Sem quadro Kanban em outra ferramenta.

06
MCP como integração
Quando um cliente externo pede o protocolo, o servidor MCP do Amot expõe o canvas, os blocos e as tarefas. É uma opção além da CLI, não um requisito para usar o produto.

07
Code integrado
O Amot não é só um canvas. Quem gosta de ver, editar e acompanhar o código trabalha direto no editor embutido: você abre o arquivo que o agente acabou de mexer, revisa a mudança e escreve por cima, sem sair do workspace.

Um agente não é um chat. É um cargo.
Cada bloco recebe um papel com escopo, contexto e limite de alçada. O Tech Lead quebra a demanda e distribui; os devs executam no que é deles; você revisa no fim, como faria com gente.
Os papéis são configuráveis: a hierarquia abaixo é o padrão que vem pronto.
Tech Lead
Recebe a demanda, decide a abordagem, abre as tarefas e distribui para os papéis abaixo.
Dev Frontend
Componentes, estado, o que aparece no portal.
Dev Backend
Rotas, dados, integrações e migrações.
QA
Roda, quebra e reporta antes de você ver.
Você pede uma vez. A equipe se organiza no workspace.

Do comando ao canvas
CLI, core e app trabalhando sobre o mesmo projeto.
- 01
A CLI recebe a ação. Agentes e automações usam a interface própria do Amot para trabalhar sobre o projeto e o workspace.
- 02
O core em Rust abre um PTY. Um pseudo-terminal por bloco, com o mesmo shell, as mesmas variáveis de ambiente e as mesmas credenciais que você já usa na sua máquina.
- 03
O agente continua sendo o seu. Claude Code, OpenCode ou qualquer outro binário de linha de comando: o Amot não reimplementa o agente, ele hospeda e organiza o processo.
- 04
Notes e tarefas entram como contexto. O que está ligado ao bloco é montado no prompt antes de chegar ao agente: explícito e visível no canvas.
- 05
O app reflete o trabalho. Terminais, editor, tarefas e um navegador embutido mostram o contexto, a execução e o resultado no mesmo workspace.
- 06
O canvas fica em disco, no seu projeto. Nada de servidor obrigatório no meio: o estado do workspace é um arquivo local que você versiona se quiser.
Você vê o que a IA está fazendo, e onde ela para.
Saída completa, não resumida
Tudo que o agente imprimiu fica no bloco, do primeiro comando ao último erro. Sem log escondido em outra janela.
Escopo por papel
Cada agente trabalha no diretório e no escopo do cargo dele. O que não é dele, ele não tem por que tocar.
Local por padrão
O código, as notes e o canvas ficam na sua máquina. O que sai é o que o agente que você escolheu manda para o provedor dele.
Interrupção a qualquer momento
É um PTY: Ctrl-C funciona. Você para o agente no meio da frase, corrige a note e manda de novo.
[depoimentos: adicionar quando houver usuários reais]
Espaço reservado para citações de usuários e, se fizer sentido depois, métricas de uso. Nada aqui foi inventado.
Perguntas diretas
A CLI e o MCP são a mesma coisa?
Não. A CLI é a interface principal do Amot para agentes e automações. O servidor MCP é uma integração opcional para clientes que já trabalham com esse protocolo.
O Amot substitui o Claude Code ou o OpenCode?
Não. Ele hospeda os agentes que você já usa, cada um no seu terminal, e cuida do workspace em volta: editor, contexto, papéis, tarefas, preview e a organização das views.
Preciso de chave de API própria?
Você usa a autenticação do agente que escolheu, exatamente como no terminal. O Amot não fica no meio dessa relação.
Funciona com qualquer projeto ou só com Vite e Next.js?
O terminal roda qualquer coisa. O portal aponta para qualquer URL local, então o foco inicial é em projetos web com dev server (Vite, Next.js, React), mas nada impede outros stacks.
É Electron?
Não. Tauri com core em Rust e a webview nativa do sistema operacional.
Meu código sai da minha máquina?
O Amot é um app local: canvas, notes e arquivos ficam com você. O que trafega é o que o agente escolhido envia ao provedor dele, sob as regras desse provedor.
Quanto custa?
[preço a definir]

